Atina

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Coincidentemente, dois terremotos de grandes dimensões atingiram a Terra no último dia 24 de agosto – um foi na Itália, outro em Mianmar. O tremor na Itália chegou a 6 graus na escala Richter – e ocasionou destruições e mais de 260 mortes. Em Mianmar, na Ásia, o tremor teve um registro mais forte, 6,8 graus, mas não houve registro de mortes.

Os abalos sísmicos, como são conhecidos esses fenômenos (terremotos, tsunamis, erupções vulcânicas etc.) são bastante comuns nas regiões aonde estão a Itália e Mianmar. Mas, o que faz com esses fenômenos ocorram? Por que acontecem?

O solo em que pisamos chamado de “Crosta Terrestre” parece estar parado, mas na verdade está se movendo muito lentamente. Embaixo de nós há um quentíssimo e inquieto mar de lava, que de tempos em tempos faz com que os grandes blocos em que estamos (placas tectônicas), se choquem entre si, liberando uma colossal quantidade de energia que faz a terra tremer!

 

Movimento constante

Há milhões de anos, os fundos oceânicos ergueram-se como resultado do choque entre as placas, dando origem à formação montanhosa, que são as partes terrestres dos continentes. O raio da Terra tem cerca de 6.400 km, mas a maior profundidade a que o Homem chegou foi de “apenas” 13 km.O que conhecemos sobre o interior do planeta é fruto de estudos das ondas emitidas durante os eventos sísmicos. Eles revelam que os locais próximos às bordas das placas são os mais suscetíveis. No Brasil, a terra também treme, mas pouco, pois o país está em uma área intraplacas, ou seja, longe das bordas. Assim, as ocorrências são fracas e, às vezes, imperceptíveis. Na escala chamada Richter, os abalos brasileiros chegam, no máximo, a 5 graus – o que resulta em queda de objetos, rachaduras e deslizamento de telhas. Bem diferente do terremoto de magnitude 8,9 ocorrido no Japão em 2011, que provocou um tsunami, com ondas de até 10 m, arrasando cidades.

 

Mapa das placas tectônicas

 

Conteúdo publicado na rede Catraca Livre em 31 de agosto de 2016.

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